Vai ter show lá em casa

Grandes nomes da música internacional estarão te esperando na sua rede social favorita

Você está convidado para um grande show lá em casa. Você também está convidado para um grande show na sua casa. Não importa o local. O que importa é ter conexão web para conferir o One World: Together at Home – um grande musical que será transmitido pela sua rede social favorita no dia 18 de abril.

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O plano é uma parceria entre a Organização Mundial da Saúde, a organização internacional Global Citizen e a cantora Lady Gaga. A ideia é apoiar todos os profissionais da saúde que estão combatendo o novo coronavírus em instituições de todo o mundo, além de beneficiar as entidades que fornecem todos os dias comida, abrigo e demais assistências àqueles que precisam de ajuda.

No setlist, muita gente da música internacional presente. A lista é grande, tome fôlego: Alanis Morissette, Andrea Bocelli, Billie Eilish, Billie Joe Armstrong, Burna Boy, Chris Martin, Elton John, J Balvin, John Legend, Lady Gaga, Lizzo, Maluma, Paul McCartney, Steve Wonder… E até a data do show, outros nomes serão confirmados como o do estimado Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam.

Alguns caras que estão na relação de apresentações já fizeram breves performances nas redes sociais em sintonia com o festival. A relação daqueles que já performaram estão no site da Global Citizen. Lá você também pode assistir à contribuição de outros artistas como a atriz Kerry Washington (Scandal) entrevistando especialistas sobre o novo Covid-19.

O grande show #TogetherAtHome será exibido no Instagram, YouTube, Facebook, Twitter e muitas outras plataformas digitais mais próximas de você. Para aquele que ainda possa não saber o que é a pandemia do novo Coronavirus, o site do Ministério da Saúde traz informações diárias e um chat exclusivo explica tudo pra você.

A gente se vê no show.

Com informações do UOL. Imagens da Global Citizen.

Olimpíada dos Robôs

As inovações dos jogos olímpicos e paralímpicos no país mais tecnológico do mundo não param

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Tá indo pra Tóquio curtir as Olimpíadas? Pois prepare-se para um show de esportes – e tecnologia. Os jogos olímpicos e paralímpicos do Japão, em julho deste ano, tendem a ser um dos mais inovadores em redes de comunicação, sinalização, transporte e muito mais.

Quem estiver na terra do sol nascente durante os jogos, por exemplo, vai poder ter acesso à internet 5G no seu celular (claro, se seu telefone estiver preparado para isso!). A ideia é que a essa alta conexão funcione não só como guia de localização para turistas e atletas como também ajude um pouco a entender o mínimo do idioma japonês pra quem não manja muita coisa.

Desde ferramenta de segurança até produção das imagens dos torneios. Por onde você passar, muitos drones em vista. Esses voadores estilosos estarão prontos para produzir filmes em resolução 8K em tempo real. Como grandes vigilantes do futuro, os aparelhos também trarão mais proteção para o enorme número de pessoas que estarão pelas ruas durantes os dias da competição.

Mas nada se compara à presença dos robôs na área do país mais hi-tech do mundo. Em parceria com a gigante Toyota, os Jogos Tóquio 2020 serão uma grande vitrine onde os androides estarão em todas as direções seja para entreter as pessoas, transportar galera com mobilidade reduzida e até carregar um ou outro equipamento esportivo. Dá uma olhada:

O T-HR3 é aquele que mais parece com a ideia que todo mundo tem de um robô. Com visual humanoide, esse grandão consegue imitar o gesto das pessoas, circulará por Tóquio e arredores, e ainda conseguirá interagir com até cinco pessoas ao mesmo tempo.

Pensando em comunicação, outro robô desenvolvido pela equipe Toyota é o T-TR1. Ele tem uma grande tela quase de tamanho real para reproduzir imagens. Serve também para videoconferência e como elemento de localização remota, para você falar com quem está longe.

O FSR é aquele robozinho que estará em campo e funcionará como gandula. Ele vai ajudar em competições específicas como arremesso de peso ou lançamento de dardos, trazendo os equipamentos.

E para trazer coisas de longe para quem não alcança ou tem deficiências físicas, foram produzidos os HSR e o DSR. Em conjunto, eles vão ajudar a deficientes tanto a assistir às partidas como todo mundo como também a trazer comidas e bebidas num sistema de delivery acionado por tablet.

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Mascote Robô

Mas a diversão maior está mesmo com os astros Miraitowa e Someity – os mascotes oficiais dos jogos olímpicos e paralímpicos 2020. Eles também vão ter sua versão robotizada. No projeto desenvolvido, eles serão os grandes anfitriões da festa recebendo as pessoas e interagindo com todo mundo. O robô azul Miraitowa e o rosa Someity vão ter câmera e solução de reconhecimento facial. Assim, fica mais fácil conversar porque seus olhinhos vão até demonstrar emoções. Fofo, né?

Com informações de Olhar Digital, EFE Brasil, Revista Time e o blog Go Go Nihon.

Imagens do Flickr e UPI.

Olha o trem

Um dos primeiros filmes da história do cinema ganha versão em Resolução 4K

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Foi no final de dezembro de 1985, nos fundos de um café em Paris que os irmãos Louis e Auguste Lumière apresentaram um curta metragem que marcaria a história do cinema para sempre. L’Arrivée d’um train en gare de La Ciotat ou L’Arrivée d’un train à La Ciotat tem pouco mais de um minuto e mostra uma cena casual de um comboio puxado por uma locomotiva e o desembarque dos passageiros à estação de La Ciotat.

Mas a história é muito mais que essa. Tanto que, mais de 120 anos depois, esta obra-prima foi transformada pelo youtuber russo Denis Shiryaev, ganhou escala e agora tem sua versão em resolução 4K e 60 fps.

FPS ou quadros por segundo é a taxa de imagens consecutivas (quadros) que aparecem numa exibição. E resolução 4k é a maior qualidade de imagem existente atualmente, feita especialmente para as TV e cinemas digitais. O resultado – e a diferença entre as duas qualidades de filme – você vê aqui:

‘L’arrivée d’un train en gare de La Ciotat (Arrival of a Train)’ by Lumière Brothers. from EcoworldReactor on Vimeo.

Abrasileirado para A Chegada do trem na estação é tão famoso porque pode ser visto como um dos primeiros documentários mundiais. No filme francês de pouco mais de um minuto, as pessoas no vídeo não sabem que estão sendo filmadas ou se quer que sua participação ficaria gravada pro futuro.

Conforme conta a lenda, a simples chegada de um trem na estação quando foi exibida em filme pela primeira vez teria causado pânico na plateia que o assistiu lá nos fundos do café parisiense. O susto foi tamanho que as pessoas começaram a gritar e a fugir do espaço de exibição.

A produção dos Irmãos Lumière também pode ser tida como um dos primeiros planos-sequência de que se tem notícia. Ou seja: várias cenas acontecendo em um único plano. Exatamente como o novo filme 1917 – um dos mais indicados ao Oscar® 2020 e vencedor de vários prêmios deste ano justamente por usar e abusar do plano sequência.

Com informações de VejaCanal Meio, Wikipedia, Olhar Digital e IMDb.

Imagem: Flickr.

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Tim Berners-Lee publica um tratado sobre a internet como um direito à democracia e a humanidade

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Considerado o pai da internet por alguns e fundador da World Wide Web Foundation, Tim Berners-Lee lançou ontem seu contrato para web. Ou, como o próprio anunciou, um “roteiro para construir uma internet melhor”, com foco na democracia e nos direitos humanos.

Na prática, é uma reunião de nove princípios que se transformam em pouco mais de 70 cláusulas destinadas a governos, cidadãos e empresas. A lista de compromissos busca garantir uma rede com acesso universal para todas as pessoas. A ideia do documento também é se comprometer com o respeito à privacidade dos dados dos internautas.

“Os governos devem fortalecer as leis e a regulamentação do mundo digital, e os grupos devem fazer mais para garantir que os benefícios não sejam à custa dos direitos humanos e da democracia”, declarou Berners-Lee

 

A primeira menção ao Contrato para Web já aconteceu em 2018, durante o Web Summit em Portugal. Com hashtag própria, a ideia é transformar o tratado numa campanha global em que até você que lê o Diários do Futuro possa aderir assinando ao termo. O #ForTheWeb já tem a participação de mais de 150 entidades diferentes, incluindo gigantes como Facebook, Google, Microsoft…

Nos dias de hoje em que os governos quando não são ignorantes são pelo menos autoritários  e que os debates estão virando mais pancadaria do que troca de ideias, o projeto quer defender uma rede de computadores cada vez mais aberta e gratuita, com  proteção aos dados e principalmente capaz de beneficiar a humanidade como um todo.

Confere aí abaixo a relação de compromissos do Contrato para Web antes de assinar:

Para Governo

  1. Garantir que todos possam se conectar à internet
  2. Sempre manter a rede disponível
  3. Respeitar e proteger os direitos fundamentais à privacidade e segurança dos dados dos usuários

Para Empresas

  1. Tornar a web acessível para todos também no preço
  2. Construir confiança no ambiente, respeitando e protegendo a privacidade e os dados pessoais.
  3. Desenvolver tecnologias que apoiem o melhor da humanidade

Para Cidadãos

  1. Ser criador e colaborador na web.
  2. Construir comunidades fortes que respeitem a democracia e os direitos humanos
  3. Lutar pela web como um bem público e um direito básico a qualquer pessoa

Com informações do Dinheiro Vivo, Exame Informática, Olhar Digital e Target HD.

Imagem: Unsplash.

Zuckerberg às multidões

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Mark Zuckerberg (que aliás faz aniversário no mesmo dia que o autor deste blog) falou hoje diretamente do seu perfil no Facebook sobre liberdade de expressão. Relacionado ou não, o pronunciamento vem na sequência há uma série de vazamentos de suas reuniões internas de equipe, em que ele citou os problemas com os congressistas dos Estados Unidos e também da Europa.

Confere aí!

Crédito da imagem: Flickr.com

Em breve num Facebook perto de você

Facebook Watch apresenta conteúdo exclusivo, mas regras de monetização são desafio

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Você já deve ter ouvido falar do Facebook Watch: o novo braço da gigante empresa de Mark Zuckerberg destinada a ser uma plataforma de vídeos que, além de combater o YouTube, também segue a regra do seu fundador de tornar o entretenimento mais democrático, e não só um produto dos grandes grupos de comunicação.

Igual ao YouTube, nele também é possível se inscrever em canais e ver diversos vídeos on-line.

Lá fora, a plataforma já existe desde 2017. Em terras tupiniquins, ele chegou no ano passado. Agora, o Facebook Watch já está presente em mais de 20 países diferentes. No vídeo abaixo, você pode ver como ele funciona, como ver na sua TV Smart, pelo seu console de vídeo game e tal…

A grande novidade do momento é a criação de conteúdo exclusivo para este aplicativo. Em post desta tarde, o Justin Timberlake acaba de compartilhar o trailer da nova série em que a maior estrela é sua mina, Jessica Biel. Limetown Stories vai ter dez episódios, participação de outros grandes atores e é fruto de um investimento de mais de 2 bilhões de dólares que o Facebook vai destinar para o Watch.

Isso porque reter as pessoas assistindo a vídeos no site do Zuck ainda é um desafio. Apesar de contar com uma média de 50.000.000 assistindo a no mínimo um minuto de filmes por lá, o Facebook ainda perde em permanência para seu maior rival do Google. É por isso que as regras para se ganhar dinheiro com conteúdo em vídeo no Facebook também mudaram.

O sarrafo está mais alto. Para começar a ter o benefício da monetização, o criador de vídeo tem que ter, pelo menos, 10 mil seguidores ou 30 mil visualizações de um minuto em seus filmes. O que vier primeiro.

Com informações de Ad.Results, Tecnoblog e Jornada Geek.

Crédito da imagem: Unsplash

Aceita cartão?

A Apple lança cartão de crédito como símbolo de status. E vira piada

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Um verdadeiro luxo. Feito de titânio, o novo cartão de crédito da Apple é um dos mais caros e trabalhosos do mercado. Sobre a base de titânio, são aplicadas muitas camadas de tinta para garantir o tom branco que só ele tem. E o nome do titular (além do logo da maçãzinha, claro!) são gravados a laser. Básico assim. Ficou curioso em saber como o cartão chega na sua casa? Dá uma olhada no vídeo abaixo.

Os caras da Apple começaram a distribuir esta verdadeira joia a todo mundo que mora nos Estados Unidos e que possua um iPhone a partir desta semana. De bandeira Mastercard, o cartão é pelo banco internacional Goldman-Sachs. Ele não tem taxas nem anuidades, apenas os juros do crédito rotativo que vai de 12,99% a 23,99% ao ano. Também tem serviço de cashback, em que você pode converter até 3% do dinheiro gasto via Apple Pay, em corridas de Uber e entregas de comida.

Claro que, com toda a publicidade feita sobre ele (dá uma olhada no cartaz em loja física acima) e mais o seu acabamento sofisticado, a novidade da Maçã só poderia acabar em uma coisa. Adivinhou se você disse meme de internet.

Apesar de ser feito em metal pesado, o bagulho é bem delicadinho. Você está de calça jeans? Não pode usar o cartão no bolso. Tem carteira de couro? Também não pode levar lá. É bom não aproximar seu novo cartão dos outros cartões de plástico que você tem. Tudo isso pode danificar o novo mimo, como a própria página de suporte do cartão esclarece:

“Se o seu cartão de titânio da Apple entrar em contato com superfícies ou materiais duros, é possível que o revestimento seja danificado. Não use limpadores domésticos ou de janela, ar comprimido, sprays de aerossol, solventes, amônia ou abrasivos para limpar seu Apple Card de titânio. Alguns tecidos, como couro e jeans, podem causar descoloração permanente que não sumirá”

É lógico que todos esses cuidados fazem parte de um grande pacote marqueteiro para aliar a marca ao símbolo de luxo, status e exclusividade que até um cego pode ver. Será que alguém já está inventando película protetora desse cartão, como a que você usa para não riscar seu smartphone. Deixo esta questão filosófica pra plateia.

Com informações de Canal Meio, MacMagazine, The Verge e Tecnoblog.

A nova loja da rua

Mais de 20 milhões de artigos fazem parte do portfólio da Amazon a partir de hoje.

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Foto por Pixabay em Pexels.com

O dia 22 de janeiro de 2019 marca a estreia de novas categorias na Amazon tupiniquim. A partir de hoje, mais do que livros, a maior operadora de comércio eletrônico mundial passa a vender também aos brasileiros quatro novas categorias: Bebê, Beleza, Cuidados Pessoais e Brinquedos.

E, para marcar esta data, todas as compras acima de R$ 149 terão frete grátis. A entrega de livros e CDs também será gratuita para quem comprar a partir de R$ 99. Tá bom pra ti?

Somando às outras 11 categorias já existentes, a loja contará com mais de 20 milhões de itens no catálogo destinado ao Brasil. Isto, neste mesmo país que foi o primeiro a receber um centro de distribuição novinho e exclusivo da marca, na cidade de Cajamar, em São Paulo.

Com o armazém brasileiro medindo o equivalente a 10 campos de futebol (ou 47 mil metros quadrados, como preferir), a Amazon iniciou 2019 sendo considerada a empresa mais valiosa do mundo pela Bolsa de Nova York.

A Amazon nasceu há 25 anos atrás, numa garagem que ficava em Seattle, nos Estados Unidos. No início, não passava de uma startup para vender livros usados. Em 2019, este verdadeiro gigante atingiu o valor de US$ 797 bilhões (isso mesmo, bilhões de dólares), desbancando, por quase US$ 10 bilhões acima, a Microsoft.

Com informações da TV UOL, Canal Meio, G1, BBC e Época Negócios.

O que você precisa pra evoluir?

Manifesto da Cultura da Sensedia vai além dos APIs

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Dias atrás, este blogueiro que humildemente vos fala estava em seu rolê e encontrou este manifesto produzido à mão na parede da Sensedia. Caso a foto não esteja boa o suficiente e você não tenha conseguido ler, seguem os princípios do Manifesto da Cultura dos caras:

  • AGILIDADE ao invés de BUROCRACIA

  • TRANSPARÊNCIA ao invés de COCHICHOS

  • NOME ao invés de LOGIN

  • INOVAÇÃO ao invés de MESMICE

  • PEDIR DESCULPAS ao invés de PEDIR PERMISSÃO

  • ÉTICA ao invés de JEITINHO

Este não é o primeiro manifesto que você vê por aqui. Estou certo de que, mais do guiar a cultura digital ou qualquer outra coisa, esta série de princípios bem que poderia orientar o trabalho de qualquer um. Não só no Brasil, mas no mundo.

Nesta época em que está todo mundo muito mais preocupado com sua árvore do que tentar enxergar a floresta inteira, estes valores poderiam servir de perspectiva para a gente sair do lugar-comum, encontrar novas formas de você produzir mais. Falo não só no seu serviço como funcionário, como empreendedor, como político. Mas enquanto sujeito protagonista da sua própria jornada.

E falando em sujeito da sua própria jornada: isso me remete a um dos caras de que pouco falo, mas que também é referência na minha história. Este fera conseguiu sair do lugar-comum de defender uma única agenda de assuntos (a legalização da maconha) para, a partir da sua própria trajetória, trazer uma visão de mundo que fez acordar muita gente. Gente até que nem curte o tal do hip-hop.

Bom, deixa eu parar de falar, dê o play no ícone abaixo e me diz o que você acha.

 

Tempo, tempo, mano velho

Jeff Bezos, da Amazon, financia um relógio com duração de 10 mil anos.

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Quando você era garoto, com certeza, o futuro era algo parecido com o próximo ano. Agora, mais adulto, pensar a longo prazo talvez seja um projeto para daqui a cinco, dez anos…

Mas para que serve o futuro? O que se pode se construir hoje para que, daqui a milênios, a humanidade ainda tenha mantido a obra em pé? Para que serve uma máquina que dure 10 mil anos?

O tempo que se conta ao longo de muitas e muitas gerações. Afinal, foram há 10 mil anos que o homem começou a desenvolver a agricultura e deixou de ser um sujeito nômade na terra. Praticamente, um piscar de olhos no relógio da antropologia.

São essas perguntas que motivaram o cientista de computação Danny Hills a escrever um artigo para Wired em 1995. E que, agora, começa a se tornar realidade. Com financiamento no valor de US$ 42 milhões do todo poderoso chefão da Amazon, Jeff Bezos, um relógio está, neste momento, sendo construído. Para durar 10 mil anos, não poderia ser um objeto virtual e nem dispor de tecnologia digital. Este marcador de tempo é totalmente mecânico e, para que sua estrutura não sofra com o passar dos séculos, ele está sendo instalado no oco de uma montanha, no Texas, Estados Unidos.

O relógio de 10 mil anos foi criado para obter energia a partir das mudanças de temperatura na terra. E, além da Now Long Foundation (entidade filantrópica ligada a Bezos), muitas outras pessoas estão conectadas a este projeto que, inclusive, estará aberto ao público em geral. Quando estiver funcionando, a partir de um sistema desenvolvido pelo músico britânico Brian Eno, o relogião vai tocar a, cada dia, uma melodia diferente.

Por enquanto, você só poderá conferir a evolução do projeto pelo seu site na web ou pelo vídeo abaixo. E deixar o tempo correr macio.

Clock of the Long Now – Installation Begins from The Long Now Foundation on Vimeo.

Com informações de Canal Meio, Wired e BBC.

Crédito da imagem: Unplash.

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